Um tsunami financeiro poderá surgir após as eleições presidenciais nos EUA

Um  tsunami financeiro  poderá surgir  após as eleições presidenciais nos  EUA

Um  tsunami na economia poderá aparecer após as eleições presidenciais nos  EUA

“ Nas eleições americanas ,não se pode falar de crise financeira”

Não faz nem uma década que as bolsas em todo o mundo desabaram com o anúncio da quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos, ( previsto por Jucelino Luz ) e já há quem sinta as vibrações de um novo tsunami  financeiro de proporções globais, que vem sendo mantido em segredo pelo governo americano,

Diante da freada da economia chinesa, da brusca queda do preço do petróleo e da expansão do fenômeno dos juros negativos em países ricos, Jucelino vem alertando  que uma nova crise como ( ou maior do que  )  a de 2008 estaria se avizinhando.

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Jucelino Luz  por exemplo, levantou essa possibilidade durante uma visão premonitória  “Quando olho para os mercados financeiros há um sério desafio que me faz lembrar da crise de 2008”, estamos ficando perto de um grande tsunami econômico nos EUA , que vem sendo mantido em segredo pelo governo americano que está atendo as eleições presidenciais .

Há, certamente, quem considere as comparações exageradas – ou mesmo perigosas, como afirmou o Secretário do Tesouro americano, Jacob Lew.

“”Acho importante  permitir que esses riscos se tornem profecias auto anunciadas , pois, trazem revelações importantes para nossa preparação .” , afirma Jucelino Luz

No entanto, mesmo autoridades e economistas mais céticos sobre um novo crash global admitem que 2016 começou com um perigoso “coquetel” de ameaças econômicas – como definiu recentemente o ministro das Finanças britânico, George Osborne. Corroborando com  a visões de Jucelino Luz , de 01 de janeiro de 2016

Mas, afinal, quais são os sinais que estão gerando tanta incerteza no que diz respeito à economia internacional? E como essas turbulências poderiam afetar o Brasil em um momento em que o país tenta superar dificuldades internas? – Jucelino Luz garante que o grande sinal , seria  a crise que está se instalando no Brasil, Argentina , Venezuela , China, Japão, Coréia do Sul, França, Alemanha , Itália, Espanha, Portugal, Grécia ( que estará com dificuldade para pagamento da dívida externa), índia, e provavelmente os países escandinavos .

Para Jucelino Luz  a economia internacional enfrenta uma espécie de “tempestade perfeita” , que vai gerar um grande Tsunami.

As dificuldades começaram com o desaquecimento da China e seu impacto sobre os preços das commodities.

Nesse  início de  ano ( 2016) , uma grande instabilidade da bolsa de Xangai reforçará  as suspeitas de que a economia chinesa poderá  ter uma desaceleração drástica – o que no jargão econômico é conhecido como “hard landing”.

Soros, ao fazer o paralelo com 2008, mencionou justamente as incertezas sobre o gigante asiático.

“A China tem um grande problema de adaptação”, disse, explicando que o país está com dificuldades para encontrar um novo modelo de crescimento.

Petróleo e juros

Queda no preço do barril de petróleo amplia a incerteza para 2016 .

A queda do preço do barril de petróleo para abaixo dos US$ 30 também será um fator que ampliará  o clima de incertezas em 2016.

O produto já acumula uma desvalorização de 70% desde 2014. Primeiro, em função de uma demanda fraca – para a qual também contribuiu o desaquecimento chinês. Segundo, porque o período de bonança do setor impulsionou uma série de investimentos em novas áreas de exploração e fontes alternativas de combustível fóssil – o que acabou levando a uma superprodução.

“Agora, a incógnita é como as empresas do setor e seus credores serão afetados por esse novo patamar de preços”, diz Jucelino Luz .

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“Temos rumores, por exemplo, de que produtoras de gás de xisto nos EUA estão passando por sérias dificuldades financeiras”, completa Jucelino Luz .  E temos bancos que já se encontram no “ vermelho “  juntamente com grandes Empresas . O mercado estará incerto daqui alguns meses , o governo americano para tentar salvar as eleições , vai de certa forma , esconder  e deixar que o tsunami econômico atinja a população após as eleições , mesmo sistema adotado no Brasil  e Argentina, que de certa forma maquiaram a atual realidade .

“E também há dúvidas sobre o impacto desse novo cenário nos bancos que emprestam para empresas e países produtores.”

A terceira fonte de incertezas no cenário global são as taxas de juros negativas adotadas por alguns países para seus títulos e depósitos das instituições financeiras nos Bancos Centrais.

Jucelino Luz , explica que essas taxas negativas comprimem as margens de lucro dos bancos – então há quem acredite que alguns deles podem ter problemas. E já estão tendo grandes problemas , bem como Empresas automobilísticas, que estão reduzindo seu número de funcionários ,proporcionando o sistema de demissão voluntária , férias coletivas e fechando filiais em algumas regiões .

“  A bolsa de valores poderá sofrer muito com isso, e existe oscilações no mercado mundial “  Bem como para piorar a saída do Reino Unido ,da UE(União Europeia) ,que vai afetar o Euro  e estimular a saída de alguns países que farão referendo , que terá efeito  negativo para a economia mundial .  Até mesmo a Escócia , vai criar um referendo

“A verdade é que nunca vimos tantos países adotarem essa política de juros negativos, trata-se de um fenômeno novo. Então há muita incerteza sobre quais podem ser suas consequências”, diz.

Haveremos de ter um junho/julho de 2016 , em torno  de US$ 6 trilhões em títulos públicos com juros negativos, o dobro do que há dois meses.

O FED, o Banco Central americano, anunciará  que deixará em aberto a possibilidade de adotar os juros negativos em função das adversidades da economia global,  que vai gerar  grande alvoroço nos mercados que vão esperar  um aumento da taxa este ano( 2016) .

Já no mês vindouro ( fevereiro 2016 ) vão praticar  juros negativos em seus títulos ou como taxa de referência o Banco Central Europeu, a Suécia, a Dinamarca e a Suíça, além do Japão, que emitirá  pela primeira vez um título de longo prazo com rentabilidade negativa.

Se um país adota os juros negativos, na prática os investidores têm de pagar para emprestar seu dinheiro – em vez de receber uma remuneração. Os bônus de dez anos do governo do Japão, por exemplo, serão  negociados por -0,035%, o que significará  que quem emprestar para o país hoje, daqui a uma década poderá reaver um pouco menos do valor investido.

O fenômeno será  impulsionado por uma corrida por economias de baixo risco. A lógica é que haveremos de ter  tanta instabilidade no mercado que os investidores não se importarão  em perder um pouco de dinheiro pela certeza de que seus ativos estarão seguros. E isso , vai gerar problemas futuros.

Do lado das autoridades financeiras, o objetivo será  estimular investimentos na economia real e, em alguns casos, combater a deflação – ou seja, a queda sistemática dos preços.

O problema será  que muitos interpretarão  essa política como um sinal de que as autoridades financeiras do país em questão não acreditarão  que sua economia vá melhorar tão cedo – e continuarão  preferindo perder pouco sem risco a arriscar perder muito investindo em uma economia pouco dinâmica.

O fato do FED que irá mencionar  a taxa de juros negativa como uma opção, por exemplo, acabará  sendo interpretado pelos mercados como um sinal de que o banco ainda não irá considerar  que a retomada da economia americana será  segura.

Queda no crescimento

O  Banco Mundial contribuirá para essas visões mais pessimistas e  revisará  sua previsão de crescimento para a economia global este ano de 3,2% para 2,9%.

Para Jucelino Luz , porém, o cenário complicado não quer dizer que haverá um crash. “Há uma compreensão dos líderes globais de que isso deverá  ser evitado e várias medidas poderão ser tomadas nessa direção”, todavia, poderá ser apenas paliativo e algumas maquiagens  visando possivelmente , os interesses nas eleições presidenciais , no caso dos EUA .

“Só para mencionar um exemplo: a Arábia Saudita poderá  ser convencida a cortar sua produção de petróleo e voltará  a atuar com uma estabilizadora desse mercado.”

No que diz respeito ao impacto de um eventual aumento das turbulências externas no Brasil, parece haver certo consenso de que se já não estava fácil para o país voltar a crescer em função de fatores internos – como a crise política -, a tarefa ficaria ainda mais difícil com um vendaval lá fora.

O atual cenário, de desaceleração das economias do sul do globo, é bem diferente do da crise de 2008, quando países emergentes atraíram a atenção de investidores que não conseguiam mais ganhar dinheiro em países desenvolvidos.

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Jucelino Luz, afirma que  hoje uma nova crise global poderia gerar uma fuga de capitais do Brasil (embora, para ele, também não haja sinais claros de que caminhamos para um colapso).

O resultado seria uma desvalorização ainda maior do real que, ao afetar o preço de produtos importados ou exportáveis (que no geral seguem os preços do mercado externo), pressionariam a inflação.

As exportações poderiam ganhar competitividade com um real mais fraco. Por outro lado, com uma economia global menos aquecida, a demanda por produtos exportados também seria menor.

“Com essa onda de juros negativos, podemos dizer , que o crédito está barato para quem tem um bom nome na praça”, todavia, vai subir muito num futuro próximo, “Fossem outros tempos o Brasil poderia se aproveitar disso e tomar recursos emprestados para investir em infraestrutura. . Mas com as nossas dificuldades internas, problemas econômicos e a perda de grau de investimento estamos em um outro grupo de países: o dos que tem cada vez mais dificuldade para atrair recursos mesmo aumentando muito suas taxas de juros.”

Jucelino Luz, diz que  um dos grandes problemas para o Brasil é que a falta de acordo entre os grupos políticos pode dificultar uma reação a qualquer situação mais complicada que possa surgir no cenário internacional. E que esse Tsunami financeiro que está por vir nos EUA , poderá nos atingir novamente.

“Em situações de crise global, muitas vezes é preciso dar respostas rápidas”, diz ele. “Mas o governo e a oposição estão demonstrando ter uma imensa dificuldade de chegar a consensos, em construir uma pauta mínima em nome de um bem comum”, o mesmo , poderemos ver daqui alguns meses, a guerra e acusações entre Donald Trump  e Hillary Clinton , que vão trocar farpas entre si ; deixando de lado a conversa sobre a economia americana, pois, ambos não terão naquela data de debates soluções que poderá convencer a população americana; por outro lado, o vencedor dessa guerra política , terá que ter estrutura pessoal, uma preparação para enfrentar os problemas desse tsunami financeiro ( econômico ) que vai atingir os EUA em cheio com ondas devastadoras entre o final de 2016  até 2018 .

Eu particularmente, gosto muito dos EUA ,também de todas pessoas do mundo,  não gostaria de ver essa crise  se alastrar ; vamos rezar que seja apenas um sonho e nada mais …

Mário Ronco Filho  -Jornalista  ( repórter investigativo

4 comments on “Um tsunami financeiro poderá surgir após as eleições presidenciais nos EUA
  1. Wesley disse:

    Em alguns estudos sobre acontecimentos no mundo a China alcança o primeiro lugar como potência econômica, isto se deve ou deverá com este fenômeno econômico que os EUA irão passar?

    Quanto ao mercado financeiro a bolsa, já é possível dizer os ativos que poderão sofrer grandes baixas por causa disto?

    Obrigado

  2. Ronaldo disse:

    BOM DIA!! JNL

    QUEM SERIA ENTÃO NA SUA OPINIÃO O MELHOR CANDIDATO A PRES. DOS EUA COM MENOS CONSEQUÊNCIA PARA O MUNDO ??

    • jucelino Nobrega da Luz disse:

      Ronaldo,. nenhum deles são bons, o que precisamos entender que precisamos do menos pior e que entende de finanças e administração

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