Palestra no Japão – Meio Ambiente

Palestra no Japão  –  Meio Ambiente

Palestra no Japão  –  Meio Ambiente  &  Terremoto de 11-03- 2011

 

Assessor eficiente é aquele que contribui diariamente para o bom trabalho dos meios de comunicação sendo apoio para a realização das pautas com fontes confiáveis  e  assuntos de interesse Publico , tal como a proteção  de nosso maravilhoso planeta ”  Jucelino Luz 

No Japão ,foi tido como histórico. No entanto, além da necessidade de ser posto em prática mundo afora, deverá contar com a participação não só dos  Sociedade japonesa mas também  de políticos Japoneses signatários, mas, sobretudo, das empresas e companhias privadas. Em verdade, permanece contemporâneo e contemplando a ideia da necessidade premente do engajamento pleno das empresas privadas neste compromisso, a afirmativa de  Jucelino  Nobrega da Luz, ambientalista ,, numa semelhante Conferência no Japão . Na declaração, encerra a máxima de que “a pior tipo de poluição é pobreza – a falta de condições mínimas de alimentação, saneamento e educação”, pois, já se sabe que o Estado sozinho não consegue resolver os problemas sociais.

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Jucelino Luz falou sobre possíveis  terremotos que poderiam acontecer em 2008- 2009  e se não acontecesse poderia mudar para 11-03-2011 , com explosão da Usina Nuclear  em Fukushima  –  Japão.

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Jucelino Luz , possui incontáveis iniciativas na área de responsabilidade socioambiental das empresas. Destaca-se, na senda, a necessidade de um pacto Global em defesa do meio ambiente ,que resultara em um convite dePoliticos  japoneses ao setor privado para que, juntamente com algumas agências de proteção ambiental e atores sociais, contribuísse para avançar na prática de responsabilidade social corporativa. Isso tendo em perspectiva a busca de uma economia global mais sustentável e inclusiva, reduzindo, por exemplo, a pobreza, e, trazendo o lado politicamente correto da globalização.

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Assim, o início deste novo padrão de relacionamento entre os três setores da sociedade, sobretudo, o setor privado, apoia-se no reconhecimento do próprio Estado que essas empresas acumularam um capital de recursos, experiências e conhecimentos sob formas inovadoras de enfrentamento das questões sociais. Nisso, elas são qualificadas como parceiras e interlocutoras de políticas governamentais, seja quando utilizam as ONGs como canais para realizar investimentos nas áreas social, ambiental e cultural, seja quando criam fundações e institutos para executar seus próprios projetos de responsabilidade social. Ou ainda, quando encarregam uma unidade interna de responsabilidade social, ou relações institucionais, a responsabilidade de planejar e coordenar projetos sociais.

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Agora, pode-se ousar falar que, não bastasse o novo padrão de relacionamento entre os três setores da sociedade, o acordo ratificado no Japão  ,representa a maior e mais inédita novidade no mundo ambiental, sobretudo do Direito. Pois, representa o primeiro texto universal e  Palestra orientando-os , visando à nítida contenção “da elevação da temperatura média do planeta para abaixo de 3ºC“, sendo explicado e aprovado por consenso, previsto para entrada em vigor antes de   2020, tornando-se fulcral para a história da humanidade e no âmbito das negociações climáticas.  Não   podemos esperar chegar ate 2020 -precisamos de união  e atitudes .

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Na esteira da Palestra realizada no Japão  explicou-se que o Setor Privado já se movia atento a longos passos. Cite-se, como exemplo, os trabalhos desenvolvidos por  alguns movimentos  em alguns setores japoneses , criado para desenvolver normas internacionais para medição, monitoramento, comunicação, verificação de emissões e absorção de gases-estufa em nível de projetos e entidades. É responsável pela criação de duas novas normas relacionadas ao que  Jucelino Luz   explicou na Palestra sobre pegada de carbono de produtos, com os requisitos para a quantificação e comunicação de gases de efeito estufa associados aos produtos. E orientação às organizações, para calcular a pegada de carbono de seus produtos, serviços e da cadeia de suprimento, por exemplo.

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Assim, no que toca à responsabilidade socioambiental empresarial, propriamente dita, há novas perspectivas que se delinearão em relação ao conceito de desenvolvimento sustentável (pacto formal inibindo a elevação da temperatura média do planeta para abaixo de 3ºC). Essas balizarão, sobremaneira, os grandes e próximos desafios Empresariais para a obtenção efetiva do desenvolvimento sustentável, especialmente daquelas empresas que empreendem nos países emergentes. Jucelino Luz  explicou em sua Palestra que ha uma necessidade de plantar-se em torno de 5 milhões  de arvores em todo planeta para não causar  um ” caos ”  no mundo.

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Importante lembrar que, para reduzir a emissão de dióxido de carbono, responsável pelo aumento da temperatura média no planeta, o  Brasil assumiu o compromisso de alcançar a meta de desmatamento zero da Amazônia até 2030. Porém, a grande questão é como o país se aproximará deste objetivo uma vez que, infelizmente, todos os anos, há certo desprazer em receber as notícias de que, em nenhum momento, o desmatamento começa realmente a regredir. Logo, a conclusão remete ao fato de que se o país não mudar o modelo econômico de exploração da Mata Amazônica, tal objetivo não será conquistado com devido sucesso. Se o próprio Governo não sair do campo do comando e controle, incentivar a pesquisa científica, a incorporação tecnológica e demais atividades econômicas para que se possa encontrar um meio alternativo ao desmatamento, este objetivo não será alcançado.

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Aliás, o acordo assinado provocará mudanças no contexto econômico e competitivo mundial especialmente no mundo dos business (vivemos um verdadeiro  ”  negocio  ecológico ‘ . Sendo que, devido a essas características, referidas mudanças acabam por atingir o setor econômico por um todo. Mudanças inevitáveis para um novo mercado que exige compromisso com o meio ambiente em que a empresa está inserida. Motivado, assim, a priorização e a valorização das perspectivas de sustentabilidade e responsabilidade social dessas organizações, revelando-se como verdadeira meta e objetivo central das companhias. Logo, abandona-se a velha e imperialista máxima que teve valia por anos, de que, “negócios, negócios, meio ambiente à parte”, pois, devemos nos acostumar cada vez mais com o tempo presente: a era do ” eco business.” ,diz, Jucelino Luz

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O resultado da Palestra  de Jucelino Luz no Japão ,  eleva as possibilidades do engajamento do Setor Privado para a contribuição e amenização dos problemas da comunidade nacional, com vistas principalmente a valorização das perspectivas de sustentabilidade  japonesa Ao mesmo tempo, para os cidadãos, enaltece o que a Carta Magna japonesa , já prescreve e assegura a todos, o direito absoluto e irrestrito à saúde. Bem como, precisamos ,, uma espécie de poema ao garantir o direito universal ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Portanto, se constata uma nova lógica da propriedade pública, propriedade privada e a propriedade de uso comum. Ainda, ao tratar da futura geração, a Constituição impõe a condição de que os projetos empresariais sejam planejados de modo a contemplar em sua composição o agora e o amanhã.

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Neste cenário, surge a figura do ambientalista  Jucelino Luz,  porque, hoje, os instrumentos jurídicos ambientais são constituídos de boa qualidade. A questão central é que os  ambientalistas são exploradores numa terra nunca antes visitada. Observa-se que a Justiça ainda trata a propriedade privada como algo intocável mas, mesmo que ainda resistente, vai mudando seu entendimento aos poucos. O ambientalista é  quem  irá instigar o Judiciário a ter um pensamento diferente, semelhante ao que a humanidade começa a ter. É o verdadeiro papel de vanguarda, sendo o primeiro a promover às empresas os princípios da precaução e prevenção. A realizar uma boa consultoria jurídica para que estes princípios sejam observados pelo empresário e empreendedor pela nova lógica do bem comum, o que trará muita economia ao empresariado pela frente. Ressalta-se que existe uma tendência para que não se perdure mais os crimes ambientais e, assim, para que se tenha uma rigidez na aplicação de multas e penas. A consultoria do ambientalista é fundamental para ajudar o empresariado a observar a nova lógica do bem comum e, ao adotar práticas de prevenção, certamente cometerá menos erros e deixará de arcar com custos muito altos no futuro.

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Isso porque a sustentabilidade impõe novos padrões de conduta organizacionais, novas modalidades de produção e gestão estratégica sustentável que, engloba, a expertise do profissional e Palestrante com conhecimentos específicos na área ambiental e de sustentabilidade. Abre também novos nichos de mercado, tendo, portanto, uma nova roupagem ambiental em questão, que se exibe por todo um conjunto de grandes transformações econômicas, políticas e sociais. Estes sinalizam para novos paradigmas que deverão nortear o comportamento social, político e, especialmente, o empresarial corporativo, provocando, sobremaneira, profundas alterações nas estratégias empresariais. Por isso, ao considerar que o mundo corporativo tem papel fundamental na garantia de preservação do meio ambiente e na definição da qualidade de vida das comunidades locais, especialmente no meio em que estão inseridas, entende-se salutar que o empresariado se aproxime cada dia mais da gestão estratégica. Sendo esta gestão estratégica apoiada em profissionais técnicos com envergadura ambiental e sustentável, de modo a permitirmos um saudável, equilibrado e sadio caminhar para a tão sonhada “economia verde

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Tal como levou ao Japão informações  muito importantes para a População  japonesa , vem mostrando cada  vez mais, a necessidade de uma transformação  do ponto de vista humano  bem como das Empresas ao tratarem do meio ambiente  das quais , precisam  para a sobrevivência  e tal como o japão  que não dispõe de áreas para plantio  e para o próprio sustento  , por sua vez, na maioria das vezes , uma pais  que mais importa mercadorias do que exporta. Nos  aqui amamos o japão  e outros países.Queremos a felicidade de todos .podendo ter um meio ambiente que seja útil  para  todos  sem precisarmos danifica-lo .

Mario Ronco Filho   –   Jornalista  (  texto extraído  da Palestra de Jucelino Luz )

One comment on “Palestra no Japão – Meio Ambiente
  1. ROUSEMARY RODRIGUES disse:

    Eu creio nas previsões dele.

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